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SÉRIE GMAutomação de portões
Motores de 24 V sem escovas, com engrenagem metálica
Portões pivotantes e deslizantes que abrem milhares de vezes por mês. A diferença entre um motor que dura anos e um que se troca a cada temporada está em três coisas: o tipo de motor, as engrenagens e o que acontece quando falta energia.
Pivotante e deslizante
- Tensão
- 24 V DC
- Motor
- Sem escovas (brushless)
- Engrenagem interna
- Metálica
- Respaldo
- Bateria: opera sem energia elétrica
- Controle
- Eletrônico de força e velocidade
- Segurança
- Detecção de obstáculo, fotocélulas e barra
- Portão pivotante
- Motor de braço, pistão ou de piso
- Portão deslizante
- Motor com cremalheira sobre trilho
- Variáveis
- Peso e comprimento da folha, ciclos por dia
- Condições
- Declive e exposição ao vento
- Uso de referência
- Operação intensa, centenas de ciclos por dia
Portão pivotante
Uma ou duas folhas que giram sobre as dobradiças. O motor é instalado no pilar ou no braço, conforme o espaço disponível e o peso da folha.
Comum em casas, entradas secundárias e acessos de serviço.
Portão deslizante
A folha corre sobre um trilho. O motor movimenta a cremalheira e sustenta o portão na posição sem depender do vento nem do declive.
Comum em condomínios, galpões e estacionamentos de tráfego intenso.
Um atuador por folha, e a folha não se move sozinha
Para o portão pivotante instala-se um par de atuadores lineares: um por folha. A haste cromada empurra e sustenta a folha na posição —aberta ou fechada— sem depender do vento nem do declive do terreno.
O corpo abriga o motor e o redutor; o cabeçote é fixado à folha e a outra ponta ao pilar. É a montagem que menos obra exige quando já há dobradiças e pilar em bom estado.
- Um atuador por folha: portão de uma ou duas folhas
- Haste cromada com cabeçote de fixação à folha
- Sustenta a posição sem fechadura adicional
- Montagem sobre pilar existente, com obra mínima
Três decisões técnicas que aparecem no terceiro ano
A solução convencional220 V, escovas e engrenagem plástica
Barato de instalar. Esquenta com o uso seguido, pede pausas entre ciclos, perde as escovas e termina com o pinhão plástico espanado sob carga. Quando falta energia, o portão abre na mão.
A engenharia DigiAccess24 V sem escovas e engrenagem metálica
Sem peça de desgaste por atrito, com controle eletrônico de força e velocidade, engrenagens que resistem ao esforço repetido e bateria de respaldo para seguir operando sem energia.
Motor sem escovas
As escovas são a peça que se desgasta num motor convencional: atritam, se consomem e precisam ser trocadas. Um motor brushless não as tem.
Resultado: menos manutenção, menos calor e vida útil bem mais longa em portões de uso intenso.
Engrenagem interna metálica
É aqui que os motores baratos falham. Com engrenagens plásticas, o dente espana sob carga —um portão pesado, uma rajada de vento, um batente mal posto— e o motor gira em falso.
A engrenagem metálica aguenta esse esforço repetido: é a diferença entre um ajuste e a troca do equipamento.
24 volts, com respaldo
Trabalhar em baixa tensão permite ligar bateria: quando falta energia, o portão continua abrindo. Ninguém fica preso nem precisa destravá-lo à mão na chuva.
Além disso é mais seguro de manipular e permite controle fino de força e velocidade.
Um portão de condomínio abre centenas de vezes por dia
Os motores de 220 V sem controle eletrônico esquentam e exigem pausas entre ciclos. Na entrada de um condomínio de 200 apartamentos, essa pausa vira fila.
O controle eletrônico de 24 V administra partida e frenagem: o portão parte suave, ganha velocidade e desacelera antes do batente. Isso reduz o impacto na estrutura, no trilho e no próprio motor.
E se algo atravessar, a eletrônica detecta o obstáculo e para ou inverte o movimento.
Como se escolhe
- Peso e comprimento da folha — define a força do motor
- Ciclos por dia — uma casa e um condomínio não pedem o mesmo
- Espaço disponível — decide entre braço, pistão ou motor de piso
- Declive e vento — em deslizantes, condiciona trilho e fixação
- Segurança — fotocélulas e barra de segurança conforme o trânsito de pedestres
O portão obedece ao mesmo motor de decisões
Um portão automatizado não é controle de acesso: é uma porta que abre com um controle remoto que qualquer um pode emprestar, perder ou copiar.
Conectado à DigiAccess, a ordem de abertura vem do sistema depois de verificar a autorização —placa lida pela câmera, rosto no leitor, passe digital do visitante— e cada abertura fica registrada com quem a produziu.
O que muda
- A placa autorizada abre; uma placa vencida, não
- Acabam os controles remotos emprestados entre vizinhos
- Fica histórico de cada abertura, com horário e responsável
- O visitante entra com o seu passe, sem que lhe emprestem um controle
Qual o peso do seu portão e quantas vezes ele abre por dia?
Com esses dois dados e uma foto da instalação atual dizemos qual motor corresponde.